Ele passou bastante lubrificante nos dedos e voltou pra trás de mim, voltando a trabalhar meu cuzinho com mais facilidade. A voz quente e cheia de tesão chegou perto do meu ouvido:
— Quero seu cuzinho de novo.
Caralho. Me deu um frio na espinha só de ouvir. Meu cu ainda estava sensível do dia anterior e um medo bobo bateu. Mas ao mesmo tempo, aquela informação sobre a namorada não saía da minha cabeça… ela não curtia anal. E se eu pudesse usar isso a meu favor?
— Fica de quatro — mandou.
Obedeci, mesmo receosa. Ele lambuzou meu ânus com bastante lubrificante, enfiando os dedos devagar, me abrindo. Era uma sensação estranha, invasiva… mas me deixava absurdamente molhada.
Depois me mandou deitar de bruços, colocando um travesseiro embaixo do meu quadril pra empinar a bunda. Senti o peso dele sobre mim novamente. A cabeça grossa do pau pressionando minha entradinha.
— Por favor, Diego… vai devagar — implorei, a voz tremendo.
— Calma, putinha. Relaxa que eu vou te foder gostoso — sussurrou no meu ouvido, rouco.
Ele começou a forçar. Mesmo com todo o lubrificante, meu cuzinho resistiu um pouco. Quando a cabeça entrou, soltei um grito abafado de dor. Diego colocou a mão na minha boca rapidamente.
— Shhh… não pode gritar, porra.
Ele diminuiu o ritmo no começo, mas logo acelerou, metendo cada vez mais fundo e mais forte. Eu choramingava contra o travesseiro, lágrimas escorrendo, o cu ardendo. A dor era forte, mas eu aguentava. Queria suportar. Se ele queria tanto meu cu, eu podia dar. Eu era loucamente apaixonada e estava disposta a tudo.
Quando ele finalmente gozou, gemendo baixo e apertando minha cintura com força, eu só conseguia sentir a bunda inteira latejando, pegando fogo. Assim que saiu de dentro de mim, o ardor ficou ainda pior. Ele pegou o tubo de lubrificante e jogou na minha direção com um sorrisinho sacana.
— Toma. Usa com seu namorado. Ele vai adorar esse seu cuzinho apertado.
Dei uma risada nervosa, ainda de bruços, tentando recuperar o fôlego.
— Porra, Diego… já te falei que ele não é meu namorado, caralho!
Eu só quero você.
17h
Estava mega animada para passar o feriado prolongado em Búzios. Até meus pais chegaram mais cedo do trabalho só pra gente pegar a estrada mais cedo e chegar o quanto antes na casa de praia.
Diego já tinha me contado que viajaria sem a namorada. Disse que queria aproveitar o feriado pra passar mais tempo comigo, e apenas comigo. Meu coração quase explodiu de felicidade. Tudo o que eu queria era passar mais tempo com ele.
Porém tinha o detalhe: éramos primos, e meus pais estavam juntos, não tinha como rolar nada. A gente ia ter que deixar pra beijar quando estivéssemos sozinhos, escondidos.
21h30
Chegamos em Búzios, guardamos as bolsas e as malas. Meus pais e irmãos subiram logo pro quarto. Diego me chamou pra caminhar na areia. Ele sabia que eu adorava esses passeios noturnos. Eu sempre ia caminhar sozinha depois que anoitecia, então aceitei o convite toda animada.
Dessa vez, tomei a iniciativa e segurei a mão dele. Os dedos dele envolveram os meus com naturalidade, como se aquilo fosse algo comum entre a gente. Caminhamos em silêncio pela praia deserta, o mar batendo de leve e o vento frio da noite bagunçando meu cabelo.
— Tá… eu sei que a gente nem tá namorando, mas pelo menos deixa eu imaginar? — falei, zoando, tentando disfarçar o nervosismo.
Ele só riu.
Não disse nada.
Apenas apertou um pouco mais a minha mão e continuou andando, como se aquilo não significasse nada pra ele. Eu não liguei. Por mim, estava ótimo assim.
A praia de Geribá estava no breu total. Sem postes, sem nenhuma luz artificial. Só a lua iluminava tudo com um brilho prateado suave. O mar batia devagar, quase em silêncio, e o vento noturno era frio, carregando o cheiro forte de sal e areia molhada. Tudo ali tinha um ar quase cinematográfico, daqueles momentos que a gente sente que deveria ser romântico… mesmo sabendo que não era bem assim.
Caminhávamos lado a lado pela areia. Eu ia toda sonhadora, ainda sentindo o calor da mão dele na minha, imaginando que aquilo podia ser alguma coisa a mais. Já Diego andava sério, o olhar atento, quase vasculhando o entorno, como se estivesse procurando alguma coisa. De repente ele parou, me puxou pelo pulso e me levou até o muro alto de uma casa.
Encostou minhas costas na parede fria e áspera, colando o corpo dele no meu. O calor dele contrastava com a brisa gelada da noite. Meu coração já batia descompassado.
Ele aproximou o rosto, a voz safada bem perto da minha orelha, num tom baixo e claramente irônico:
— Tu não quer ser minha namoradinha? Quero ver então, seja minha namoradinha agora…
Por um segundo meu peito apertou de alegria. Aquele “namoradinha” soou doce demais pros meus ouvidos e eu quase sorri. Mas logo a forma como ele falou — seca, provocativa, sem nenhum carinho de verdade — me fez perceber que era só zoeira. Não era romance. Era só tesão.
Mesmo assim, eu não me afastei. Não consegui. O corpo dele quente contra o meu, a mão firme na minha cintura e o cheiro dele tão perto me renderam por completo. Eu queria aquilo, mesmo sabendo que não era o que eu sonhava.
E me beijou com fome, quente, quase bruto. Minhas mãos subiram instintivamente pro pescoço dele, puxando-o mais perto, enquanto ele apertava minha cintura contra o muro.
Não demorou e a mão dele desceu pro meu cabelo e me guiou pra baixo, me fazendo ajoelhar na areia fria. Abri o short dele e tirei aquele pau gostoso pra fora. Estava duro, latejando. Chupei com vontade, molhando tudo, enquanto ele segurava minha cabeça e gemia baixinho. Em pouco tempo ele gozou forte na minha boca. Fechei os olhos e engoli tudo. O gosto era levemente amargo, mas estranhamente eu estava começando a gostar. Tinha adorado sentir o esperma dele invadir minha boca.
Limpei o canto dos lábios, levantei e continuamos caminhando pela praia como se nada tivesse acontecido. Meu coração ainda batia acelerado e a bucetinha latejava de tesão, molhada e insatisfeita.
Voltei pra casa com o gosto dele ainda na boca. Cada um foi pro seu quarto e eu me deitei na cama, ouvindo o barulho distante do mar. A mão foi direto entre as pernas e fiquei me tocando, louca pra gozar.
Depois fiquei pensando em como fui idiota em ter me declarado. Eu queria romance, mas ele já tinha demonstrado mil vezes que não teria nada disso. Era só tesão. Ele só queria me usar.
E mesmo sabendo… a buceta continuava latejando por ele.